Você está aqui: Página Inicial / Governo / Secretarias / Educação / Páginas Educação / Entenda o Cedep

Comunicação

Entenda o Cedep

Entenda o Cedepe


 

 

O Centro de Desenvolvimento Profissional de Educadores “Professor Paulo Freire”, o Cedepe, foi inaugurado em 19 de junho de 2004. O Cedepe tem por objetivo planejar, sistematizar e promover a formação contínua dos profissionais do magistério e funcionários que atuam na educação municipal de Araraquara.

 

Em 10 de junho de 2014, quando o Cedepe completou 10 anos de existência, foi instituído o Programa de Formação Contínua e de Desenvolvimento Profissional dos Profissionais do Magistério e dos Funcionários da Educação Básica Pública Municipal de Araraquara, por meio do Decreto n.10.659.

 

Neste decreto constam os princípios e objetivos deste Programa e, por conseguinte, a função do Centro de Desenvolvimento Profissional de Educadores “Prof. Paulo Freire” como responsável pelo planejamento, sistematização e execução de todas as ações formativas da Secretaria Municipal da Educação. Até 2014, em dez anos de existência do Cedepe, já somavam cerca de 20 mil pessoas que participaram de diversas ações formativas promovidas pelo centro.

 

Cada sala utilizada para formação possui o nome de uma personalidade marcante no cenário educacional brasileiro, como forma de homenagem. São elas: sala Milton Santos (capacidade para 92 pessoas); Chico Mendes (com 30 lugares); Lourenço Filho (comporta 15 pessoas); Marisa Góes (com capacidade para 10 pessoas) e a sala Olga Benário, composta por 10 computadores, utilizada para formações na área da informática.

 

Durante esses doze primeiros anos, a equipe era composta por:

 

- um professor formador responsável pelos cursos de informática;

- uma agente social para os preparos dos cafés servidos aos cursistas;

- cinco profissionais efetivas da educação, incumbidas das atividades do expediente, como: inscrições; agendamento dos espaços para cursos e reuniões; certificação; empréstimo de equipamentos às escolas; atendimento telefônico e presencial; produção de material para as formações; preparo dos espaços (placas nas portas das salas, água para o palestrante/coordenador, data show, notebook, microfone, ar condicionado, cadeiras...) entre outras atividades;

- uma gerente que atuava na gestão de toda equipe e ações vinculadas ao Centro. 

  

A partir de 2017, a equipe e as atribuições do Cedepe sofreram algumas alterações. O quadro passou a ser composto pelas professoras formadoras e professor formador da educação infantil e do ensino fundamental e suas modalidades.

 

Então, hoje, exceto o expediente que atua com duas profissionais, o Cedepe conta com a mesma equipe anterior e mais:

 

- 4 pessoas (com previsão de ampliação para 7) que fazem parte do Laboratório Pedagógico da Educação Infantil, o Lapei. Este grupo realiza capacitação inicial em serviço aos professores e agentes educacionais que ingressam na rede; formação continuada para estes dois cargos; oficinas noturnas e diurnas com temáticas diversas e atuam na formação do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) na educação infantil.

 

- 3 professoras formadoras e uma supervisora que atuam na formação dos anos iniciais do ensino fundamental (com previsão de ampliação para 4 e mais professores especialistas) realizando o PNAIC deste nível de ensino e o Projeto de Acompanhamento, Apoio e Capacitação aos Professores Iniciantes.

 

- uma professora formadora que atua no Programa Qualidade de Vida com Amor Exigente (PQVAE) por meio de uma parceria entre a Secretaria de Educação, a organização AMEARA e a Promotoria de Justiça da Vara da Infância e Juventude.

 

                Além da equipe, há outras demandas de ações formativas atendidas pelo centro, bem como novas parcerias com universidades, institutos e organizações para a promoção destes eventos tão importantes para a qualidade da educação.

 

                Por fim, vale terminar essa breve contextualização do Cedepe com uma frase que contempla função deste centro no tocante à importância da formação e reflexão contínua da prática, que foi dita por seu Patrono:

 

Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro horas da tarde. Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão sobre a prática (Paulo Freire, 1995).