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"Saúde em Casa" vai fazer história, afirma Edinho

Programa que irá entregar medicamentos nas casas dos pacientes com doenças crônicas controladas foi lançado nesta quinta-feira (1º), no Jardim Cruzeiro do Sul

O “Saúde em Casa”, lançado nesta quinta-feira (1º) pela Prefeitura, vai fazer história na saúde pública de Araraquara, afirmou o prefeito Edinho na solenidade do programa, na USF “Cristóvão Colombo”, que fica no Jardim Cruzeiro do Sul.

 

Por meio do “Saúde em Casa”, pacientes com doenças crônicas controladas (como diabetes e hipertensão) que realizam tratamento continuado poderão receber esses medicamentos em casa, sem precisar ir a uma unidade de saúde.

 Edinho relembrou o fechamento das farmácias de alguns postos de saúde dos bairros na última gestão, medida da qual discorda. “As pessoas não são números. São de carne e osso. Precisamos ter a capacidade de se colocar no lugar do outro”, afirmou.

 “Fechar a farmácia do Cruzeiro do Sul significa ir, muitas vezes, até o Yolanda Ópice a pé para buscar os remédios. Quando essas pessoas não conseguem pegar os medicamentos, elas estão saindo dos programas de acompanhamento”, explicou. “Agora, elas só vão para a unidade quando forem passar pelo médico.”

 O prefeito parabenizou a secretária de Saúde, Eliana Honain, e todos os responsáveis pelo lançamento do programa. “Sou muito grato à Eliana por essa sensibilidade. O ‘Saúde em Casa’ vai fazer história”, concluiu.

​​Empenho

 A secretária Eliana Honain agradeceu todo o empenho dos funcionários da Saúde para que o projeto virasse realidade. “As pessoas com doenças crônicas vão receber, a cada dois meses, os seus medicamentos embalados e em casa”, lembrou. “Nossa responsabilidade é grande. Temos que ter sensibilidade para atender a população. Essa é a nossa missão.”

 Para Silvana Lee, gerente de Assistência Farmacêutica e coordenadora do “Saúde em Casa”, o lançamento foi um momento de muita alegria. “É um trabalho em equipe pensando na população, com objetivo de acabar com a falta de medicamentos e dar continuidade aos tratamentos”, ressaltou.

 Lucas Grecco (PSB), representando a Câmara, lembrou que Edinho gasta 46% do orçamento na Saúde de Araraquara. “É um compromisso que o prefeito tem na gestão social e com Araraquara. O Edinho e os secretários estão ‘tirando leite de pedra’”, disse o vereador, elogiando a inauguração.

 Para a deputada estadual Márcia Lia (PT), o “Saúde em Casa” leva mais qualidade de vida e justiça social para a população. “Muitas vezes, a pessoa está acamada e vai receber seu remédio em casa”, exemplificou.

 Ana Lúcia Pereira, enfermeira da USF do Cruzeiro do Sul, destacou o importante papel de toda a equipe de enfermeiros e agentes comunitários de saúde. “Gostaria de agradecer, já que somos a primeira unidade a receber o programa. Obrigado à equipe e aos pacientes pela confiança. Estamos realizando esse projeto com muito orgulho”, declarou.

 Clarice Costa, usuária do USF, agradeceu à Prefeitura. “Fico feliz por ter meu remédio em casa. Agora, não preciso ir mais ao Yolanda Ópice para buscar. Fico muito grata por isso”, relatou.

 Ainda participaram do evento o vice-prefeito e secretário do Trabalho e do Desenvolvimento Econômico, Damiano Neto; os vereadores Paulo Landim (PT), Toninho do Mel (PT) e Edio Lopes (PT); a diretora-executiva da Fungota, Lúcia Ortiz; o vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Amauri Leite; além de diversos secretários e coordenadores municipais.

​​Agilidade

 Os remédios que serão entregues pelo Saúde em Casa representam 85% dos medicamentos fornecidos nas farmácias das unidades de saúde. Na primeira fase, serão beneficiados o Cruzeiro do Sul, o Altos de Pinheiros, o Laranjeiras II, o Assentamento Monte Alegre (Bueno de Andrada) e o Assentamento Bela Vista. Gradativamente, o programa será expandido até que inclua toda a cidade — procure a unidade de saúde mais próxima para ter informações.

 As entregas serão por meio de motocicleta (devido à agilidade). Cada paciente receberá o entregador em sua casa de dois em dois meses — a quantia disponibilizada será suficiente para que o tratamento não seja interrompido, por falta de remédios, até a próxima entrega.