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Revolução de 1932 contribuiu para uma nação livre, afirma Damiano em evento

Vice-prefeito participou de solenidade comemorativa aos 86 anos da Revolução Constitucionalista, na última segunda-feira, 9 de julho
O vice-prefeito e secretário do Trabalho e do Desenvolvimento Econômico, Damiano Neto, representou o prefeito Edinho em solenidade comemorativa aos 86 anos da Revolução de 1932, na segunda-feira (9), no Balão do Soldado Constitucionalista, que fica na Avenida Bento de Abreu.Na solenidade, foram entregues 25 Medalhas Constitucionalistas e três medalhas “Dráusio Marcondes de Souza” a autoridades civis e militares que contribuem para a memória dos ideais dos jovens constitucionalistas de 1932. O secretário de Gestão e Finanças, Donizete Simioni, foi um dos homenageados.“Daqui saíram 541 voluntários para a batalha, sendo que oito deles perderam a vida e se tornaram mártires de Araraquara. Esta solenidade nos permite relembrar todos aqueles que acreditaram em algo tão importante: a construção de uma nação livre, uma nação com direitos para todos”, afirmou Damiano.Segundo o vice-prefeito, a Revolução de 1932 simboliza a “luta pela liberdade e pela democracia, algo que sempre deve existir dentro de todos nós”. “Parabéns aos homenageados e muito obrigado a todos que organizaram esta atividade, tão importante e simbólica no dia de hoje”, complementou.O presidente da Câmara Municipal, Jeferson Yashuda (PSDB), disse que o 9 de Julho é uma “conquista do povo de São Paulo”. “É uma data muito importante e para ser rememorada sempre”, declarou.O comandante do 13º Batalhão de Polícia Militar do Interior e presidente do Núcleo MMDC – Heróis de Araraquara (instituições que organizaram o evento), tenente-coronel Adalberto José Ferreira, parabenizou todos os homenageados e destacou a simbologia do 9 de Julho. “Não podemos deixar de cultuar, nesta data, os nossos heróis.”Ainda estiveram no evento o vereador Tenente Santana (MDB); o delegado da 4ª Delegacia de Serviço Militar, tenente César Ricardo Velasque; o chefe de instrução do Tiro de Guerra de Araraquara, subtenente Cleitor de Almeida Paiva, e o instrutor 1º sargento Oséias Guedes da Silva; o chefe do Grupo Escoteiro Araraquara “José Luiz Torquato”, José Eduardo Biffe; o prefeito de Cândido Rodrigues, Antônio Cláudio Falchi (PSB); além de outras autoridades militares e civis.HistóriaA Revolução Constitucionalista de 1932 é considerada como um dos maiores movimentos populares da história brasileira, quando enormes contingentes de tropas, na sua maioria integrada por voluntários civis paulistas, lutaram pela democratização.Fundado por policiais militares, o 56º Núcleo do MMDC nasceu para manter viva a memória dos araraquarenses que se envolveram na Revolução de 1932.Oito homens ficaram para a história como mártires de Araraquara no conflito: Tenente Joaquim Nunes Cabral, Waldomiro Machado, José Cesarini, Bento de Barros, Joaquim Alves e Diógenes Muniz Barreto, além de Augusto Moraes e Otávio Oliveira Ameduro.A participação de Araraquara no conflito envolveu a mobilização de toda a população em torno da causa, com doações de alimentos, valores e objetos diversos, fabricação de roupas e uniformes, dentre outros, para abastecer os contingentes paulistas.