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Escola e creche no Valle Verde corrigem imensa injustiça, afirma Edinho

Prefeito e secretário estadual da Educação, João Cury Neto, assinaram autorização para início das licitações da unidade de ensino fundamental e do Centro de Educação e Recreação nos novos bairros da região norte, nesta terça-feira (17)
“É um passo fundamental para começar a corrigir uma imensa injustiça”, afirmou o prefeito Edinho no Residencial Valle Verde, na manhã desta terça-feira (17), na solenidade de autorização para início da licitação das obras de uma escola de ensino fundamental e de assinatura de convênio para um CER (Centro de Educação e Recreação), ambos a serem construídos na região.A escola de ensino fundamental, inclusive, foi uma prioridade eleita pela população na plenária regional (Região 3) do Orçamento Participativo (OP), em 2017. O secretário estadual da Educação, João Cury Neto, veio até Araraquara para participar do evento e assinou as autorizações junto com o prefeito.Edinho agradeceu ao secretário estadual e ao governador Márcio França (PSB) pela parceria. “Essa escola foi escolhida como prioridade por vocês. E a creche também é muito importante. Obrigado a vocês que acreditam no Orçamento Participativo”, afirmou o prefeito Edinho, falando diretamente com os moradores.“A região precisa muito. É a realização de um sonho. Todos sabem que são 22 mil pessoas morando nesta região e sem equipamento público. Hoje estamos começando a corrigir essa injustiça”, completou Edinho.O secretário João Cury Neto parabenizou o prefeito por adotar o Orçamento Participativo como ferramenta de gestão. “O Edinho tem muita clareza de quais demandas a população tem, porque dá poder de decisão à população. Os gestores têm de deixar a população falar o que é bom para ela. O prefeito foi esse instrumento entre vocês e a Secretaria da Educação e transformou o sonho de vocês em realidade”, disse.Cury ainda enalteceu a importância que a escola e o CER terão para a população daquela região. “Vocês são maiores que cerca de 400 cidades do Estado de São Paulo. Tem aproximadamente 400 municípios com menos de 20 mil habitantes. O prefeito viu as dificuldades de vocês e se incomodou”, relatou.SuperlotaçõesA secretária municipal da Educação, Clélia Mara dos Santos, também relatou as dificuldades dos moradores da região. Segundo ela, o Caic Rubens Cruz, no Selmi Dei, passou de 450 estudantes para 900 após o surgimento dos novos bairros da região norte. “Todas as unidades da região estão superlotadas. Essas obras são muito importantes e necessárias para esta região.”Para Juliana Agatte, secretária de Planejamento e Participação Popular, o OP redistribui renda. “Toda discussão sobre investimentos passa pelo OP. A gente governa com cada um de vocês. Vocês escolhem o que é prioridade em cada região. É um momento de celebração”, avalia a secretária.Presidente do COP (Conselho do Orçamento Participativo), Patrícia Ferreira agradeceu a todos que acreditam no programa. “Estes bairros ficaram muito carentes. Com o esforço de todos, vai ser uma das melhores regiões de Araraquara. O OP abre portas. Não desistam do OP”, opinou.David Ferreira, também representando o COP, comemorou as obras, mas pediu aos moradores que não se contentem com os equipamentos educacionais. “Não desistam. Vamos continuar lutando por nossos bairros. Temos muito ainda o que fazer por esta região.”Falando em nome da Câmara, o vereador Paulo Landim (PT) ressaltou que a Prefeitura ouve as pessoas. “O governo sente o que vocês estão sentindo. Está ao lado de vocês”, declarou.Ainda estiveram presentes no evento o presidente da Câmara, Jeferson Yashuda (PSDB), o vereador Toninho do Mel (PT), o dirigente da Diretoria Regional de Ensino, Marcelo Rossetto, e Reginaldo Alves, também representando o Conselho do Orçamento Participativo, além de secretários e coordenadores municipais e a equipe do Orçamento Participativo.​​MelhoriasQuem mora na região do Valle Verde afirma que os benefícios serão muito grandes. “Essa escola vai ajudar bastante. As pessoas que estudam em bairros fora daqui não vão precisar sair. Minha filha estuda em outro bairro por conta de não ter aqui. A gente chegou aqui e não tinha escola, nada de Saúde”, diz Ivone Lopes de Aquino, de 38 anos.Josi Ferreira, de 29 anos, mãe de três filhas que estudam em outros bairros próximos, lembra que muitas mães e pais têm filhos estudando ainda mais longe. “Eu ainda consegui vaga aqui na creche do Adalberto Roxo, que fica um pouco longe. E aquelas mães que têm crianças que estudam em outros lugares? Quando a escola e o CER saírem para o bairro, vai ser uma bênção”, relatou.As obrasA escola de ensino fundamental deverá ter 12 salas de aula e quadra coberta. A construção será feita pela FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) e é fruto de convênio entre a Secretaria de Estado da Educação e a Prefeitura, no valor de R$ 9.353.445,35.Já a creche, que atenderá crianças de 0 a 5 anos de idade, tem o valor de R$ 2.655.254,78. Esses valores serão repassados ao Município para a construção. Ao todo, os investimentos chegam a R$ 12 milhões.