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Planejamento

Saúde da população LGBTQIA+ em pauta

Profissionais se reúnem para analisar a implantação do ambulatório para a população trans, ações de IST/Aids e o novo programa de saúde de mulheres lésbicas e bissexuais
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Na última segunda-feira (15), uma pauta sobre a Saúde da população LGBTQIA+ foi desenvolvida por meio de uma reunião que envolveu os órgãos responsáveis por essas políticas: a Assessoria de Políticas Públicas LGBTQIA+ e a Secretaria Municipal da Saúde.

As profissionais discutiram a implantação do ambulatório para a população trans em Araraquara, ações preventivas de IST/Aids e também o novo programa de municipal de saúde de mulheres lésbicas e bissexuais. Participaram: a assessora de Políticas LGBT, Filipa Brunelli; a coordenadora Executiva da Atenção Básica, coordenadora Executiva da Atenção Básica; e a enfermeira Responsável Técnica, Nathália Thomazin Rios.

A implantação do ambulatório para a população trans em Araraquara - proposta que venceu a votação da plenária temática LGBT do Orçamento Participativo o ano passado e está incluída no orçamento da Prefeitura para ser executada este ano – contará com atendimento médico especializado e profissionais capacitados.

Na reunião, as profissionais abordaram as necessidades para colocar em prática o ambulatório. Para iniciar as discussões, foi revista a portaria que regulamenta a proposta e a pauta se estendeu para vários outros assuntos pertinentes – como, por exemplo, os profissionais que deverão ser contratados.

“Nossos encontros agora serão para estruturar o projeto, já que vamos correr contra o tempo”, aponta Filipa. Segunda ela, a equipe multidisciplinar do novo espaço deverá ser composta por: assistente social, psicólogo, psiquiatra, endocrinologista, ginecologista, fonoaudiólogo e urologista. “Seguimos a portaria do Ministério da Saúde que regulariza o processo transexualizador e colmo ele deve ocorrer”.

Filipa conta que o diálogo envolveu outras esferas da saúde da população LGBT, como o programa IST/Aids municipal, e também a criação de um programa municipal de saúde de mulheres lésbicas e bissexuais no município de Araraquara, que deve ser implantado em agosto. “Este programa vem sendo construído junto com as mulheres lésbicas e bissexuais da sociedade civil, com um grupo de aproximadamente 30 pessoas”, apontou a assessora.

“Temos a proposta de lançar este programa em agosto, mês da Visibilidade Lésbica. Serão realizadas capacitações na rede básica, da recepção até os médicos, para orientar sobre o atendimento das mulheres lésbicas e bissexuais”, finalizou.

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