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Edinho enaltece cultura japonesa na abertura do 24º Festival Tanabata

Evento foi realizado de sexta-feira (19) a domingo (21), na Associação Cultural Nipo Brasileira de Araraquara
foto02 24º Tanabata foi realizado entre sexta-feira e domingo, na Nipo 19jul19 Celso Luís Gallo.jpg

 

 

O prefeito Edinho participou da abertura da 24ª edição do Festival Tanabata – Encontro das Estrelas, na noite de sexta-feira (19), na Associação Cultural Nipo Brasileira de Araraquara. O evento, que terminou no domingo (21), foi realizado pela Nipo com apoio da Prefeitura e do Sesc.

O evento é um dos mais tradicionais de Araraquara e reúne dança, música, culinária e diversas expressões da cultura japonesa, atraindo cerca de 15 mil pessoas anualmente.

“O Tanabata é um momento de celebração a esse povo que ajudou a construir a história de Araraquara. A cultura japonesa é fundamental para entender porque Araraquara é como ela é. Parabéns a todos os voluntários que trabalham há 24 anos na organização desta grande festa”, afirmou Edinho.

Também estiveram presentes na abertura do evento os vereadores Jeferson Yashuda (PSDB) e Elias Chediek (MDB); o presidente da Nipo, Sérgio Tanizaki, a diretora cultural, Leiko Hanai, entre outros diretores; e o presidente da Associação Okinawa de Araraquara, Tokio Asato.

Origem
O Tanabata é uma das maiores festas populares do Japão. O festival tem origem em uma lenda japonesa e celebra o encontro das estrelas.

A lenda conta que a princesa Orihime (estrela Vega) se apaixonou pelo príncipe Kengyu (estrela Altair). A paixão foi tão grande que os dois se esqueceram de suas tarefas e obrigações. Então, o Senhor Celestial, pai da princesa, separou o casal e os obrigou a morar em lados opostos da Via Láctea.

Percebendo a tristeza dos dois, o Senhor Celestial permitiu que os apaixonados se encontrassem apenas uma vez por ano: no sétimo dia, do sétimo mês, o dia do Tanabata. Mas havia uma condição para que o encontro acontecesse: o casal teria que atender todos os pedidos vindos da Terra.

No dia do Tanabata, portanto, as pessoas fazem os seus pedidos em tiras de papel (tanzaku) e as penduram num bambuzal - no final da festa, os tanzaku com os pedidos são queimados para que os desejos cheguem ao céu, até Orihime e Kengyu.

 

 

 

 

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