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Cidade define diretrizes para Plano Municipal de Proteção e Defesa dos Animais

23 de abril de 2018


Na abertura da 1ª Conferência Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, no Centro Internacional de Convenção, o prefeito Edinho ressaltou que o evento era uma importante oportunidade de criação de uma nova consciência em relação à guarda responsável.

 

“O abandono de animais é algo que precisa ser debatido. A Prefeitura investe R$ 2 milhões por ano devido a animais abandonados. Animal não é brinquedo que pode ser descartado”, disse o prefeito. “O processo de construção de uma nova cultura não é algo simples. A conferência é um passo muito importante para que as políticas públicas propiciem a criação de uma nova consciência.”

 Para Edinho, a participação popular é fundamental para que a Prefeitura tenha conhecimento do que é necessário ser feito. “Eu quero que a população me diga o que é necessário ser feito em relação à proteção animal, assim como em todos os temas importantes. A participação popular é o pilar da nossa administração”, disse.

 O coordenador de Atenção Especializada da Secretaria de Saúde, Edison Rodrigues Filho, representando a secretária Eliana Honain, destacou que a conferência foi um ato pioneiro. “Poucas cidades fizeram conferências dessa temática. É a primeira conferência dessa da história da cidade”, pontuou.

 Segundo o presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, Sebastião Aparecido Barbosa, foi um dia especial. “A conferência é fundamental para estabelecer as diretrizes para um tratamento melhor aos animais, fundamentar as leis que vão nos nortear”, explicou.

 Após a abertura, a professora doutora Rosangela Ribeiro Gebara, graduada em Medicina Veterinária e Zootecnia pela USP (Universidade de São Paulo), especialista em Bem-Estar Animal pelo Cambridge E-Learning Institute e em Bioética pela Faculdade de Medicina da USP, ministrou uma palestra aos presentes.

 Entre diversos outros temas abordados, a professora lembrou que os lares brasileiros possuem mais cães (52,2 milhões) do que crianças até 12 anos (44,9 milhões). Segundo ela, o problema dos animais abandonados é complexo e sua solução passa pela união entre poder público, ONGs, entidades, médicos veterinários, veículos de comunicação e cidadãos comuns. “É uma mudança de cultura. Isso leva 10, 20, 30 anos para mudar”, destacou Rosangela.

 Estiveram na abertura da conferência a secretária de Planejamento e Participação Popular, Juliana Agatte; a secretária de Comunicação, Priscila Luiz; o secretário de Gestão e Finanças, Donizete Simioni; o secretário de Cooperação dos Assuntos de Segurança Pública, coronel João Alberto Nogueira Júnior; além de coordenadores municipais e representantes de ONGs e entidades de proteção animal.

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