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Cidade projeta jardins de inclusão em espaços públicos

26 de janeiro de 2017


A secretaria anunciada de Desenvolvimento Urbano, arquiteta Luciana Gonçalves, visitou, na manhã dessa quinta-feira (26), a Fundação Toque, localizada no Jardim Igaçaba, em Araraquara, que presta atendimento nas áreas educacionais, de cultura, esporte e inclusão para pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

De acordo com Luciana, que foi recepcionada pela diretora da Fundação, Márcia Pizzone, a visita objetivou conhecer o jardim sensorial que a entidade implantou para realizar atividades terapêuticas com os seus alunos.

“Nossa intenção é iniciar um projeto que visa trabalhar com árvores frutíferas na arborização urbana e em praças, implementando ‘jardins de inclusão’ pela cidade em pequenos espaços públicos pouco aproveitados”, destacou Luciana Gonçalves. O assunto deve entrar na pauta de discussões do Fórum de Infratestrutura criado por meio de portaria do prefeito Edinho. O Fórum, composto por diversas áreas do governo, cuidará do planejamento da reorganização da cidade, favorecendo a limpeza das vias públicas, a mobilidade urbana, as posturas, o trânsito e a segurança.

Atualmente a Fundação Toque atende a mais de 60 crianças e jovens com deficiências intelectual e múltipla, além de realizar ações com as famílias e diversas atividades integradoras.

“O jardim sensorial foi desenhado por uma paisagista que teve a preocupação de explorar os sentidos, tendo em vista que participam do projeto pessoas de diferentes necessidades especiais”, explicou. O piso, por exemplo, é feito de diversos materiais e possui diferentes cores e texturas. As árvores são frutíferas, as plantas possuem cheiros, como a lavanda e oferecem diversas sensações ao toque como ásperas, lisas e rugosas.

 

Maior acessibilidade

Conforme Luciana Gonçalves, foram explorados os usos de plantas que não causam nenhum mal a saúde, como manjericão, de fácil cuidado, com cheiro característico e comestível. “O jardim mostra a viabilidade de pequenas mudanças no ponto de vista da acessibilidade e inclusão uma vez que não se trata de um espaço simplesmente contemplativo. Ele é interativo e integra as pessoas ao ambiente, resgatando nossos sentidos”, ressaltou Luciana.

Segundo a arquiteta, o uso de material reutilizado, plantas de fácil acesso e de simples manutenção, “certamente garantem, além da beleza, a viabilidade deste projeto que vamos estender para as áreas livres da nossa cidade”. A visita de Luciana Gonçalves à Fundação Toque foi acompanhada pela assessora da deputada estadual Márcia Lia, Cidinha Silva.

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