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Edinho propõe pacto por uma Araraquara solidária e participativa

1 de janeiro de 2017


Com mais de 800 pessoas presentes no Centro Internacional de Convenções de Araraquara, o novo prefeito, Edinho Silva, empossado pela Câmara, propôs um pacto com a sociedade para a construção de uma cidade solidária e participativa. Segundo ele, este é o desafio colocado para a população no ano em que Araraquara completa seu bicentenário. “Penso que os 200 anos tem que ser um instrumento para repactuarmos a cidade que queremos deixar para as futuras gerações”, afirmou.

 

Na mesma ocasião, foram empossados o vice-prefeito, Damiano Neto (PP) que compôs a chapa “O Melhor por Araraquara – PT, PP, PR e PCdoB”, vitoriosa na eleição de outubro, e os 18 vereadores da 17ª legislatura da Câmara Municipal. Estiveram presentes ainda a deputada estadual, Márcia Lia (PT) e a federal, Ana Perugini (PT), além de familiares e amigos dos empossados.

 

“A solidariedade talvez seja o conceito que mais responda a esse momento histórico que estamos vivendo de crise política e institucional. A solidariedade é o antídoto do individualismo, do consumismo, da competição sem mediações. Porém, uma cidade solidária não existirá se não for participativa, em que todos se sintam sujeitos da construção histórica”, destacou o prefeito. Para ele, a construção de Araraquara “dos sonhos” tem que ser de todos, independentemente dos bairros onde nasceram, da raça, etnia ou contradição social. “

 

Prefeito da unidade

 

Em seu discurso, Edinho conclamou a Câmara Municipal para a construção de uma agenda de interesses para Araraquara. “Sei que cada partido tem a sua leitura e a sua proposta de sociedade. Porém, também sei que a política de interesse social é a arte de juntar e nunca espalhar. É a arte de juntar em prol de um objetivo maior e o nosso objetivo agora é que Araraquara supere suas dificuldades. Esse será o maior presente que vamos dar para a Araraquara nos seus 200 anos”, destacou.

 

Ele ainda reafirmou que será o prefeito da unidade. Segundo Edinho, vai trabalhar para que a pacificação ocorra na cidade. “Para mim, a eleição se encerrou em 2 de outubro. A maioria da população fez a escolha pela nossa candidatura e ali se encerrou um processo. Assumo hoje com a responsabilidade de dialogar com toda a cidade, ou seja, quem votou e quem não votou em mim e quem fez outras opções como abstenções e voto nulo”, enfatizou. “Eu represento um programa que foi escolhido pela maioria da população, mas efetivamente, serei o prefeito de Araraquara inteira”.

 

Credibilidade Política

 

Uma parte do discurso de posse, Edinho reservou para falar sobre a importância da recuperação da credibilidade das instituições políticas. Para ele, a fragilização do legislativo e do Executivo, bem como a descrença na própria política e o desequilíbrio entre os poderes não foi bom em nenhum momento da história. “É necessário entendermos que a criminalização da política só interessa ao autoritarismo. A política é a única capaz de construir consenso e só ele move a sociedade. O desafio de governar Araraquara é imenso. Mas o nosso desafio, que assumimos mandatos, é o de recuperar a credibilidade da política como ação social e coletiva”, pontuou.

 

 

Em sua fala, a deputada Márcia Lia destacou que a posse da nova administração municipal é um momento de esperança pela recuperação de políticas sociais e serviços à população. “Esperança para que Araraquara volte a sorrir”, disse. Ana Perugini, falou sobre a crise política e institucional e o momento de desgaste que todos os gestores públicos passam. “Temos que lembrar que política tem a função de desenhar um futuro melhor para toda a sociedade”. Damiano Neto reafirmou seu compromisso em apoiar Edinho na recuperação de serviços essenciais à população e na construção de uma sociedade mais justa, democrática e progressista.

 

Chegada ao 6º andar

Após solenidade de posse no CEAR, Edinho e Damiano seguiram para a Prefeitura Municipal para o ato de transmissão do cargo. Ao lado dos filhos, familiares, amigos e apoiadores, eles subiram até o sexto andar, onde ocorreu a atividade, pelas escadas principais. No ato, Marcelo Barbieri que deixou o cargo e Edinho assinaram o termo e discursaram sobre as perspectivas para a cidade.

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