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EMEF Rubens Cruz realiza passeio ecológico e pela cidade com alunos

27 de outubro de 2017


Nas homenagens da rede municipal de ensino aos 200 anos de Araraquara, dentro do projeto “Pertencendo à Araraquara”, a EMEF Prefeito Rubens Cruz, no Selmi Dei, vem realizando diversas atividades com seus alunos.
Uma delas, em parceria com a ONG Paz e Bem, consistiu em uma caminhada ecológica com os alunos do ciclo I do Ensino Fundamental, do 1º ao 5º ano, na região da nascente do Córrego do Tanquinho, no bairro Selmi Dei.
Foram diversas visitas para atender a demanda da escola, entre os meses de agosto e outubro, resultando em aproximadamente 900 alunos participantes da atividade ecológica proposta pela ONG Paz e Bem.
Os alunos puderam observar o trabalho realizado pela ONG, por meio de uma apresentação do presidente, Edson Cruz, que expôs o projeto focado na recuperação do córrego Tanquinho, um dos afluentes do Ribeirão das Cruzes que alimenta a represa com o mesmo nome, a principal fonte de abastecimento superficial de água do município. Os alunos puderam ver pessoalmente a necessidade de preservação das nascentes do córrego, assim como da área verde em seu entorno.
Também, o programa City Tour da Uniara uniu alunos e professores resultando no projeto “Araraquara prazer em reconhecê-la”. Os alunos puderam visitar algumas atrações da cidade, como o Museu do Futebol e dos Esportes de Araraquara.
O diretor da EMEF Prefeito Rubens Cruz, Marcelo Enrico Parancini, lembra que as visitas foram muito elogiadas pelos alunos, que aproveitaram as atividades para tirarem algumas dúvidas sobre os temas abordados. “Os alunos gostaram muito do projeto do Tanquinho, tanto que o ‘amarraram’ com as redações do concurso ‘Araraquara 200 anos: prazer em (re)conhecê-la’, realizado pela Secretaria Municipal da Educação. Foi uma forma dos alunos apresentarem o ‘olhar’ sobre a cidade por meio da produção textual”.
O diretor lembra que as visitas também propiciam aos alunos criarem um sentimento de pertencimento e representatividade sobre a cidade. “As visitas serviram como base no processo de investigação sobre a cidade para a elaboração da atividade escrita. Foi uma forma bem bacana de incentivar e envolver os alunos no concurso”, finalizou.

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