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Fatos ou Boatos?

5 de agosto de 2017


Fatos ou Boatos? 
O prefeito Edinho quer impor mudanças no regime estatutário para os servidores municipais e acabar com a licença abonada e com atestado humanitário?
Resposta: BOATO. Não há qualquer menção do prefeito Edinho a temas relativos à mudança de regime dos servidores municipais e fim do atestado humanitário. Isso é a disseminação de uma mentira para causar insegurança no funcionalismo.
O prefeito Edinho, na posse da Comissão de Combate ao Assédio Moral e à Discriminação, na última quinta, disse que um dos desafios dos servidores na revisão do PCCV é avaliar o impacto das faltas abonadas na geração de horas-extras, principalmente na educação, já que gera prejuízos ao processo educacional. Também disse que hoje existe um TAC (Termo de Ajuste de Condutas), proposto pelo Ministério Público do Trabalho, que limita a geração de horas-extras. Portanto, tem um problema instalado na administração municipal, herdado da gestão passada, e que cabe aos servidores se posicionarem diante dele na revisão do PCCV.
Em reunião com os servidores do DAAE, quando questionado sobre o regime de contratação dos servidores, o prefeito disse que essa era uma decisão que cabia aos funcionários públicos municipais. Jamais se posicionou sobre uma possível mudança.
O prefeito Edinho jamais tocou no tema de atestado humanitário, o que caracteriza uma mentira absurda. Os servidores que estavam presentes nessas duas oportunidades sabem o que é verdade e o que é mentira no diálogo estabelecido pelo prefeito.
Ao contrário das mentiras espalhadas pelas redes sociais, a atual gestão tem aberto espaços importantes de diálogo com os servidores, buscando dar autonomia a eles na construção de alternativas para melhorias no trabalho e na prestação de serviços à população. Nestes sete meses, o prefeito criou e empossou o Comitê de Gestão Democrática formado com representantes eleitos de cada secretaria municipal, autarquia e fundações e sindicato para tratar de temas relativos aos avanços nos direitos do servidor; também a comissão para revisão do PCCV (Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos), uma demanda antiga da categoria; fez inúmeras audiências para tratar da data-base e vai devolver ao servidor o direito ao Plano de Saúde, está implementando uma nova política de RH, além de instrumentos de comunicação para ampliar o diálogo entre funcionários e governo.
Com coragem, diálogo e muita responsabilidade, a Administração e os servidores vão construir JUNTOS caminhos para corrigir injustiças feitas com a categoria ao longo do último período. É uma administração aberta ao diálogo e os funcionários sabem disso. A mentira nunca prevalece e nada constrói.

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