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Prefeito quer diálogo permanente com Comissão de Servidores

27 de janeiro de 2017


 

Um dos principais pontos do Programa de Governo de Edinho, a criação de uma comissão para ampliar a participação dos servidores municipais nas decisões da administração está se tornando realidade.

Nesta quinta-feira (26), o prefeito e o secretário de Gestão e Finanças, Donizete Simioni, se reuniram com 35 representantes de todas as secretarias, da autarquia, Fundações e do Sismar (Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região) para tratar das principais pautas levantadas pelo funcionalismo. A ideia, segundo Edinho, é que esse espaço de diálogo seja permanente. “O servidor é a base da prestação de serviços de qualidade à população. Ele é parte do processo de construção das políticas públicas da nossa cidade”, destacou.

Após uma explicação sobre a atual situação financeira da Prefeitura, o espaço foi aberto para perguntas e reclamações dos servidores. Ficou acordado que uma nova reunião deve ser feita entre 15 e 20 dias, quando será finalizado o texto de uma proposta de Projeto de Lei, criando oficialmente o Comitê de Servidores. Logo após, o documento será enviado à Câmara para apreciação e votação.

 

Caixa

Segundo Edinho, os restos a pagar da Prefeitura e questões trabalhistas da extinta Companhia Tróleibus Araraquara (CTA) somam R$ 120 milhões. A situação exige redução de custos. “Não vou fazer manobra contábil e nem remanejar dinheiro ‘carimbado’ para pagar despesa corrente. Vou governar dentro da legalidade. Temos uma única saída: fazer uma boa gestão do custeio e da dívida ativa”, explicou aos servidores.

Depois, representantes das secretarias levantaram questões sobre a rotina de trabalho. Foram ouvidas demandas da Guarda Municipal, de agentes de trânsito, das secretarias instaladas no Cear (Centro de Eventos de Araraquara e Região), do Sismar, do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), entre outros setores.

“Esse será um espaço permanente e constante. Iremos nos reunir uma vez por mês para ouvir sugestões e tornar públicos os números da Prefeitura”, diz o prefeito.

 

Jornada

Edinho também aproveitou a oportunidade para iniciar a discussão sobre a jornada de trabalho da Prefeitura, que, em 2015, foi reduzida de oito para seis horas diárias e deve vigorar até o dia 28 de fevereiro.

O prefeito apresentou uma proposta discutida entre a equipe de governo e que será construída junto com os trabalhadores: jornada de sete horas diárias na sede da Prefeitura e na maioria das secretarias.

A partir de março, de acordo com a proposta, o servidor trabalharia das 9h às 17h30, com uma hora e meia de almoço, enquanto o atendimento ao público ficaria das 10h às 16h30. Isso não incluiria setores como a Guarda Municipal e o Centralizado, que têm horários diferenciados. A iniciativa visa garantir melhor prestação de serviços à população.

 

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