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Prefeitura paga dívidas do governo anterior com a Santa Casa

28 de julho de 2017


A Prefeitura está pagando cerca de R$ 14 milhões em dívidas que o governo anterior havia adquirido com a Santa Casa de Araraquara. O objetivo é corrigir erros do passado, colaborar com o bom funcionamento da instituição, que atende toda a região, e continuar investindo na Saúde do município.

Segundo a secretária de Saúde, Eliana Honain, duas dívidas foram encontradas na transição de governo, em janeiro: uma de R$ 7,8 milhões em processos judiciais já ajuizados e outra de R$ 6 milhões em serviços prestados pela Santa Casa e não pagos pela Prefeitura nos últimos anos.

O prefeito Edinho assumiu o compromisso de acertar essas pendências e está cumprindo: os R$ 6 milhões já foram repassados à entidade, enquanto boa parte das parcelas referentes aos R$ 7,8 milhões também já foram pagas.

“Uma das primeiras medidas que nosso governo tomou foi se reunir junto com a Santa Casa e com o Poder Judiciário para renegociar essa dívida”, diz Eliana.

“O objetivo é garantir assistência à população de Araraquara. Garantir internações, exames e cirurgias eletivas para dar conta da necessidade da população. Desde o princípio, nossa meta foi ampliar a parceria com a Santa Casa e cumprir o que o Município devia para ela”, explica.

Segundo a secretária, a Santa Casa de Araraquara é referência para 19 municípios da região. “Ele é fundamental no atendimento à nossa população em nível hospitalar e ambulatorial de média e alta complexidade. É o único hospital SUS [Sistema Único de Saúde] geral que atende a região e abrange uma população em torno de 800 mil habitantes”, afirma Eliana.

O provedor da Santa Casa, Valter Curi, afirma que o valor dos repasses federal e estadual caiu com a crise econômica, o que aumenta a importância das dívidas quitadas pela Prefeitura.

“Já temos um compromisso pago de R$ 6 milhões que a gente está usando, porque nossa dívida é insustentável com o tipo de faturamento que a gente tem. Estamos recebendo uma parte do dinheiro para acabar com os problemas que estão em evidência: urgência e emergência, número de leitos, oncologia”, diz.

 

Mais leitos

Um novo projeto entre a Prefeitura e a Santa Casa estabelece 18 novos ‘leitos de retaguarda’, como explica Valter Curi. “O objetivo é não ficar gente na maca, sem leito, esperando vaga nas UPAs [unidades de pronto atendimento]. A partir do próximo mês, os 18 leitos que a gente compactuou com o governo Edinho estão prontos. Também vamos começar a fazer um mutirão de biópsias e um mutirão de cirurgias eletivas.”

O provedor reforça que o hospital está muito bem estruturado. “Há uma demanda muito alta em que, às vezes, há um pico que a gente não consegue resolver. Mas isso é sazonal. Agora vamos ter 18 leitos a mais para complementar o atendimento da urgência e emergência”, finaliza.

 

Saúde é prioridade

Desde o início do ano, a Prefeitura trabalha pela restruturação da Saúde. As farmácias dos postos de saúde foram reabastecidas de medicamentos, um equipamento de raio-x foi instalado na UPA do Valle Verde e profissionais aprovados em concursos foram chamados para preencher vagas necessárias.

Na última semana, também foi anunciado R$ 1,7 milhão em emendas parlamentares para a área da Saúde (diminuição das filas de cirurgias eletivas, de exames e reabastecimento de medicamentos).

O prefeito Edinho ainda trabalha pela reabertura das farmácias fechadas nos postos de saúde e pela reabertura do antigo Pronto-Socorro do Melhado como uma unidade de suporte às UPAs. O projeto, de R$ 8 milhões, já foi aprovado pelo Ministério da Saúde.

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