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Programa dá autonomia de investimento às escolas

13 de março de 2017


O “Programa Dinheiro Direto na Escola”, implantado pelo prefeito Edinho em 2007, garante às escolas municipais e CERs (centros de educação e recreação) repasses semestrais de recursos para pequenos investimentos na estrutura ou em materiais de trabalho.

No início deste mês, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, repassou R$ 327.307,50 às unidades que tiveram suas prestações de contas aprovadas. O valor é referente ao primeiro semestre deste ano.

A decisão sobre onde irá ser investido o dinheiro é de responsabilidade dos conselhos escolares, que se reúnem e elaboram o Plano de Aplicação Semestral de Recurso. Depois do investimento, as notas fiscais e os comprovantes dos serviços são inclusas em uma prestação de contas.

A EMEF Waldemar Saffiotti, no Jardim Cruzeiro do Sul, onde estudam cerca de 900 crianças e adolescentes, recebeu R$ 18.252,00. Segundo a diretora, Ana Beatris Lia Vaccari, os recursos serão aplicados em manutenção e em pequenos investimentos na área pedagógica e na estrutura física da escola.

 

O plano de aplicação desse dinheiro, aprovado no final do ano passado pelo conselho da unidade, prevê a compra de material escolar, de cortinas para as salas de aula, de bebedouro, além de materiais de informática, de limpeza, elétricos e hidráulicos.

“O conselho escolar define as prioridades e, quando a gente recebe o dinheiro, já tem o plano. A gente tenta investir em todas as áreas”, diz a diretora. Segundo ela, o programa é muito positivo, pois cada unidade “elenca suas prioridades”. “Dá uma autonomia para a escola fazer os investimentos nas necessidades.”

Já a EMEF Rafael de Medina, no Jardim Eliana, recebeu R$ 15.541,50 do “Dinheiro Direto na Escola”. Cerca de 830 alunos estudam na unidade.

A diretora da escola, Valéria da Cruz Melo Rapatão, afirma que um dos investimentos será a construção de um playground para as crianças entre o 1º e o 3º ano do ensino fundamental, avaliado em R$ 5,9 mil. Outras aquisições serão para materiais elétricos, de informática, de limpeza e serviços de chaveiro.

“É prestado contas de tudo para o conselho e para os pais dos alunos. Onde foi gasto e quanto foi gasto”, diz a vice-diretora, Cláudia Mirian Abelhaneda.

Para a secretária de Educação, Clélia Mara Santos, “essa ação é importante não somente porque possibilita recursos financeiros diretos e sob controle da unidade educacional, mas sobretudo porque a decisão de como e onde utilizá-lo é coletiva, envolve toda a comunidade escolar, por meio do Conselho Escolar, nas questões administrativa, financeira e pedagógica e no compromisso e responsabilidade com a melhoria da qualidade da educação.”

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