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Programa ‘Jovem Cidadão’ é aprovado na Câmara

6 de abril de 2017


Estudantes do ensino médio, técnico, profissionalizante e superior terão a oportunidade da primeira experiência profissional na administração pública por meio do programa “Jovem Cidadão”. O projeto da Prefeitura sobre o tema foi aprovado pela Câmara Municipal na sessão ordinária de terça-feira (4).

As vagas serão oferecidas na administração direta, indireta e em órgãos públicos conveniados com a Prefeitura. A quantidade de bolsas de estágio ainda será definida em um grupo de trabalho formado por todos os secretários.

O estágio será desenvolvido em áreas relacionadas aos cursos dos jovens e terá entre 4 e 6 horas diárias, com prazo mínimo de 6 meses e máximo de 2 anos (exceto quando se tratar de estagiário com deficiência).

No governo anterior de Edinho (2001-2008), cerca de 700 estudantes tiveram a primeira oportunidade de trabalho e aprendizado pelo “Jovem Cidadão”.

“É um projeto de extrema importância, pois oferece oportunidade aos jovens terem uma primeira experiência no âmbito da administração. É uma ferramenta de inclusão ao primeiro acesso ao emprego”, afirma a secretária de Planejamento e Participação Popular, Juliana Agatte.

Ela explica que o modelo será diferente dos atuais estagiários da Prefeitura. Além de o número de vagas aumentar, a contratação não será terceirizada, mas feita por processo seletivo público e considerando critérios socioeconômicos e pedagógicos.

Para o coordenador de Políticas para a Juventude, Guilherme Floriano, o “Jovem Cidadão” irá abrir portas aos estudantes. “A pessoa precisa de experiência para conseguir o emprego, mas precisa de emprego para ter experiência. É uma contradição”, opina. “Esse estágio terá um peso muito grande para o jovem entrar no mercado de trabalho e ter conhecimento sobre a cidade e sobre gestão pública.”

 

Papel social

Na justificativa do projeto enviado ao Legislativo, o prefeito Edinho afirmou que o jovem de classe econômica mais baixa será priorizado pelo “Jovem Cidadão”, pois ele é “o que mais sofre”.

“A busca pela sobrevivência o obriga a procurar o mercado de trabalho e, não raro, é absorvido pelo ‘mercado informal’, caracterizado pela precariedade das obrigações e direitos do trabalhador”, explicou Edinho.

O mesmo papel social é lembrado por Eloísa Mortatti, secretária de Assistência e Desenvolvimento Social. “O jovem, principalmente o que está situação de vulnerabilidade, poderá ter um incentivo para não abandonar seus estudos”, afirma.

 

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