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Urbano

DAAE: Aterro de resíduos de construção civil é encerrado

O aterro vem recebendo limpeza e adequações, conforme as exigências técnicas da Cetesb
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O superintendente do Daae, Donizete Simioni, acompanhado da diretora de Gestão Ambiental, Kátia Matteo e do engenheiro Marcos Scalize, gerente de Resíduos Especiais, inspecionaram as obras de encerramento definitivo do aterro de resíduos de construção civil do município e a operação do picador de galhos, na tarde do dia16 de abril. O aterro vem recebendo limpeza e adequações, conforme as exigências técnicas da Cetesb. 

O Daae aplicou aproximadamente R$ 700 mil no encerramento da área, realizando também o monitoramento das águas subterrâneas e aquisição de canaletas para sistema de drenagem. Para Simioni, o encerramento do antigo aterro de Resíduos da Construção Civil minimizará os impactos ambientais no terreno e em seu entorno. “Tomamos todas as providências para seguirmos as diretrizes do projeto do encerramento, atendendo a todas as exigências do órgão ambiental”, salientou.

Desde 2017, o Daae vem realizando diversas melhorias na Estação de Tratamento de Resíduos de Construção Civil (ETRCC). A área é constantemente limpa e a madeira e resíduos de construção civil recebem destinação final adequada por uma empresa que retira a madeira e a vegetação, sem custo à autarquia, para aproveitamento em caldeira. O RCC é triado e triturado e vem sendo usado pelo Daae e prefeitura para tampar valas e pavimentos.

Do mesmo modo, foram realizadas as instalações elétricas do posto de transformação 300Kva e iluminação em toda área, um investimento de cerca de R$ 100 mil. No local, também são realizados a triagem e a trituração do RCC, por empresa terceirizada, no valor de R$ 144 mil por mês. Além disso, ainda foi contratada uma empresa para execução de serviços de reforma e recuperação da peneira rotativa, esteiras e quadro de comando, que realizaram o serviço por R$ 253 mil, que são utilizados na Área de Transbordo e Triagem (ATT) da Estação de Tratamento dos Resíduos de Construção Civil (ETRCC). “As peneiras fazem parte do tratamento primário dos resíduos e, em funcionamento, chegam a reduzir em torno de 40% dos resíduos que serão triturados”, explicou Scalize.

 

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