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Urbano

Técnicos ambientais do Daae orientam agentes comunitários de saúde sobre queimadas

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Os técnicos da Diretoria de Gestão Ambiental do Daae, em parceria com o Coordenador Executivo de Participação Popular, realizaram uma roda de conversa com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) das Unidades de Saúde da Família do Vale do Sol, Drº Euclídes Crocce e do Jardim Adalberto Roxo, Dr. Antônio Carlos Pizzolitto, nos dias 03 e 04 de agosto, respeitando o uso de equipamentos de proteção individual (máscara, álcool gel e distanciamento).

Os assuntos abordados foram sobre os problemas de saúde pública e meio ambiente ocasionados pelas queimadas urbanas. Os técnicos do Daae salientaram a importância dos ACS na sensibilização e orientação da população sobre a necessidade de manterem os terrenos roçados ou gradeados (sem vegetação), sem lixo e resíduos da construção civil e materiais volumosos pois, essas ações impossibilitam e inibem que algumas pessoas desinformadas ateiem fogo para fazer a limpeza desses locais. Solicitaram também para que os ACS reforcem para a população sobre os problemas ambientais (morte da flora e da fauna, morte da microfauna do solo, poluição do ar, compactação do solo deixando o mesmo susceptível a erosão e assoreamento) e de saúde (faringite, laringite, bronquite, asma, entre outros) que são gerados pelas queimadas e, que estimulem a população a fiscalizar esses atos criminosos, denunciando aqueles que persistem em colocar fogo em terrenos e Áreas de Preservação Permanente (APP).
A discussão foi muito proveitosa sendo que os ACS puderam esclarecer dúvidas referentes ao procedimento da denúncia e das multas, bem como, da solicitação da limpeza dos terrenos que oferecem riscos de serem queimados. Foram entregues 300 folders “Irresponsabilidade é Fogo e Fogo é Crime”, em cada uma das Unidades Básicas de Saúde, para serem distribuídas para a população.
Uma curiosidade apresentada por Valter Iost, Gerente de Gestão e Ambiental, foi a possibilidade de se iniciar uma queimada de forma espontânea sem ninguém colocar fogo. “Com o mato seco e a baixa umidade do ar, o reflexo da luz solar gerado por um pedaço de espelho ou vidro, no mato seco, pode aumentar o calor sobre essa vegetação e começar um foco de queimada”, comenta Iost.
Está programado para o dia 13 de agosto uma atividade com os ACS da Unidade de Saúde da Família Prof. Dr. Tatsuko Sakima. As queimadas em área rural podem ser denunciadas para Polícia Ambiental através do telefone 3335-7980 e CETESB pelo telefone 3332-2211. Já na área urbana, a denúncia pode ser realizada pelo telefone 0800 770 1595 do Daae. Para combater o fogo, o Corpo de Bombeiro deve ser acionado pelo telefone 193.

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