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Saúde

Com queda expressiva da demanda, Saúde vai desativar Centro de Atendimento da Dengue a partir de 1º de julho

A demanda passou de 440 atendimento diários em maio para cerca de 30 atendimentos por dia registrados nesta semana
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A Secretaria Municipal de Saúde informa que, diante da queda expressiva de demanda, o Centro de Atendimento da Dengue, instalado no Hospital da Solidariedade (Hospital de Campanha), será desativado a partir de sexta-feira, dia 1º de julho. A unidade estava funcionando desde março, quando houve aumento da demanda de pacientes com suspeita ou diagnóstico de dengue.

 

De acordo com os números da Saúde, em maio, a média estava em 440 atendimentos diários no Centro. Na segunda quinzena de junho, estava em 120 atendimentos diários e hoje, cerca de 30 pessoas são atendidas por dia na unidade.

 

Dessa forma, amanhã será o último dia de atendimento no Centro e, a partir de sexta-feira, os casos suspeitos e diagnosticados de dengue serão atendidos nas UPAs Central e Vale Verde, que funcionam 24 horas por dia, e em todas as unidades de saúde do município, que atendem de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

 

A UPA da Vila Xavier continuará com atendimento exclusivo para suspeitos e diagnosticados com Covid-19.

 

“Estamos reorganizando o atendimento, porque trabalhamos com base na demanda de pacientes. Felizmente, tivemos uma redução grande de suspeitos e confirmados de dengue neste mês, por isso, em julho, esses casos passarão a ser atendidos nas unidades de saúde. Mas é importante que as pessoas continuem atentas aos sintomas da dengue e procurem assistência médica se tiverem febre, se sentirem dor no corpo e dor de cabeça localizada na área dos olhos”, afirma Eliana Honain, secretária municipal de Saúde.

 

Ainda segundo ela, manchas vermelhas pelo corpo também podem ser sintomas de dengue. Nos casos mais graves, que requerem internação, pode ocorrer distúrbios de coagulação, com sangramentos.

 

Eliana reforça ainda que as ações de combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti continuam, com bloqueios, visitas domiciliares, nebulização e fumacê, mas é fundamental o apoio da população na limpeza dos seus quintais.

 

 

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