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Programação especial marca a celebração do Dia da Árvore no Parque do Basalto

O evento contou com apresentações culturais, palestras, trilha ecológica e roda de conversa
foto011 Alunos da Emef do Campo Hermínio Pagotto participam de evento no Parque do Basalto sobre o Dia  da Árvore 21set22 Tetê Viviani.jpg

 

 

 

 

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, em parceria com a Secretaria Municipal do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo (Coordenadoria Executiva de Agricultura), com a Secretaria Municipal da Educação e com a Secretaria Municipal da Assistência e Desenvolvimento Social (Coordenadoria Executiva de Segurança Alimentar), realizou nesta quarta-feira (21) um evento em comemoração ao Dia Mundial da Árvore no Centro Municipal de Educação Ambiental do Parque Natural Municipal do Basalto. A atividade contou com a participação da EMEF do Campo “Professor Hermínio Pagotto” e com a colaboração do Curso de Ciências Biológicas da Universidade de Araraquara (UNIARA).

 

O gerente de Planejamento, Sustentabilidade e Educação Ambiental, Valter Luiz Iost Teodoro, explicou que o Dia da Árvore foi criado nos EUA em 1971 e era comemorado no dia 21 de março. “Aqui no Brasil, o Dia da Árvore é comemorado no dia 21 de setembro, por conta de nós estarmos em outro hemisfério e ser o dia que antecede o início da primavera”.

 

Valter reforçou a importância de celebrar a data com atividades educativas, principalmente diante das mudanças climáticas que estamos vivendo. “Pensar no dia da árvore é pensar em um futuro mais sustentável, melhor para todo mundo, com mais qualidade de vida e com menos impactos ambientais. Esse dia é muito importante para que todos nós possamos refletir sobre a importância das árvores, de plantar árvores e preservar essas que já estão plantadas”.

 

A coordenadora da EMEF do Campo “Professor Hermínio Pagotto”, Alessandra Cristina de Oliveira, ressaltou a importância de atividades como essas para a prática pedagógica. “Hoje nós trouxemos uma apresentação com as crianças para este evento que é o “Refazendo”, então quando eu falo refazer, é voltar às origens, é buscar se reconectar com a natureza e é isso que nós buscamos na escola, nas práticas escolares, colocar a criança no processo, nos ciclos naturais”. Segundo ela, vivências como essa em contato com a natureza são extremamente importantes. “As crianças estão super felizes por terem participado hoje, por estar junto e vivenciar essas árvores que tem toda uma história”.

 

A coordenadora executiva de Agricultura, Enedina Ferreira de Andrade, destacou a importância dessa troca de saberes. “Importante porque nós enquanto educadores, gestores, agentes públicos, a gente também se fortalece com eventos assim, com atividades grandiosas do ponto de vista da qualidade do debate, da importância desse debate, das questões ambientais trazidas para o debate e principalmente das práticas, as ações, as vivências que estão acontecendo, lindas, uma mais bonita do que a outra, uma mais rica pedagogicamente do que a outra, transformadoras”.

 

Para Enedina, eventos como esse fortalecem e trazem esperança para um mundo melhor. “Então eventos como esse nos fortalece, nos deixa cada vez mais cheios de esperança, para continuar fazendo aquilo que a gente faz que é modificar, transformar a realidade nossa e do próximo. Essa questão do meio ambiental, questão da natureza, como organismo vivo, como a necessidade imprescindível para existência humana”.

 

O docente dos Cursos de Biologia e Fisioterapia da UNIARA – Universidade de Araraquara, Professor Dr. João Carlos Geraldo, reforçou que o Parque do Basalto é referência para região por sua importância pedagógica, acadêmica e por ser uma área que foi regenerada. “E hoje a importância de ela ter virado uma unidade de conservação integral, o que garante que esse patrimônio botânico tenha uma durabilidade, uma conservação maior e fique disponível para as pessoas. Inclusive para estas práticas que nem estão sendo feitas hoje, com crianças, com escolas, com grupos”.

 

O professor salientou também que o local possui espécies exóticas que correm risco de extinção. “Essa área é importante também desse ponto de vista de conservação das plantas que não são desse lugar, a gente tem várias árvores e várias plantas que em seu habitats naturais, já estão muitas vezes ameaçadas”, concluiu. 

 

 

 

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