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Educação Infantil

 

 

 

Educação Infantil


 

O município de Araraquara conta com 43 (quarenta e três) escolas públicas de Educação Infantil denominadas Centros de Educação e Recreação (CERs) e 20 (vinte) escolas privadas que compõem o sistema municipal de educação.

 

Com base na legislação vigente, Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica, oferecida em creches e pré-escolas, às quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social.

 

A história da educação Infantil no município inicia-se em 1941, com a criação do Parque Infantil Leonor Mendes de Barros (Bairro de São Geraldo), com o objetivo de abrigar as crianças procedentes de famílias de baixa renda enquanto seus pais se ocupavam de suas atividades profissionais. A orientação técnica provinha do Departamento de Educação Física da Secretaria de Esportes do Estado e tinha por objetivo acolher crianças e proporcionar-lhes alguma forma de recreação.

 

Em 1951 foi inaugurado o segundo Parque Infantil da cidade no bairro São José, hoje CER Carmelita Garcez I e em 1969 o terceiro Parque Infantil na Vila Xavier, hoje CER Eloá do Valle Quadros.

 

Até 1971 os Parques Infantis funcionaram tendo como foco principal a recreação e nem sempre contavam com professores habilitados.

 

A Lei 1.1794, de 26 de julho de 1971 criou a Estrutura Administrativa da Prefeitura do Município de Araraquara, com vários Departamentos e Diretorias, dentre os quais o Departamento de Educação, Cultura, Saúde e Promoção Social e a Diretoria de Educação e Cultura, vinculada ao referido departamento.

 

A nova diretoria de Educação e Cultura orientou a criação de classes de “pré-primário”, destinadas a atender principalmente os alunos até 6 anos de idade. Com isso, a orientação mais próxima de uma concepção assistencialista, deu lugar a uma orientação educacional. Alterou-se a denominação dos “parques infantis” para “Centros de Educação e Recreação – CERs”, com a divisão de grupos/classes de faixa etária específica: 3, 4, 5 e 6 anos de idade, providas por professores habilitados em educação pré-primária.

 

Em 1972 foi instalada a unidade CER Dona Cotinha de Barros, no Jardim Brasil, que iniciou seu funcionamento seguindo os novos padrões.

 

A partir de 1977, a orientação técnica passa a ser dada pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas – CENP, vinculada à Secretaria de Estado da Educação, dinamizando-se suas atividades, elaborando-se propostas curriculares, publicando-se documentos e organizando-se cursos de formação continuada de professores.

 

Em maio de 1982 instalaram-se 05 novas unidades – CER Eduardo Borges Coelho (Jardim Morumbi), Cyro Guedes Ramos (Bairro Santa Angelina), Maria Barcarola Filié (Vila Melhado), Antonia Camarosano Barsaglini (Gavião Peixoto), Oswaldo Thomaz de Aquino (Motuca)[1], contemplando o atendimento de crianças de 0 a 6 anos e iniciando, assim, a pioneira integração da creche à pré-escola.

 

Em 1983, uma Comissão, formada pela Diretoria de Educação e Cultura, por professores da Unesp, por diretores e professores dos CERs e por pessoas interessadas da comunidade, estudou, discutiu e elaborou um Programa de Educação, integrado aos Programas de Saúde e Promoção Social. O objetivo comum era promover a melhoria das condições de vida da população, contando com a participação ativa e consciente da comunidade.

 

Foram construídos equipamentos de educação e saúde numa mesma área física, para que o CER e o Centro Municipal de Saúde, juntos, garantissem a educação e saúde de crianças a partir de seu nascimento.

 

Em 1983 entraram em funcionamento os CERs Rosa Ribeiro Stringhetti (Jardim América) e Maria Pradelli Malara (Jardim Residencial Roberto Selmi-Dei) integrados aos Programas de Educação e Saúde.

 

A partir de 1987 formou-se a Equipe de Apoio Técnico do Departamento de Educação e Cultura, composta psicólogas, pedagogas e nutricionistas com o objetivo de oferecer suporte pedagógico e orientação a diretores, professores, agentes educacionais, a época berçaristas e recreacionistas, merendeiros e serventes.

 

Desde então a rede municipal de Educação Infantil vem sendo ampliada em número de unidades, mas sempre primando pela garantia do direito da criança a um atendimento educacional que considere as especificidades do desenvolvimento infantil e a qualidade social da educação.